Esqueça os ídolos mirins fabricados. Justin Bieber se impôs sozinho e virou astro aos 16 anos
Quando revistas de fofoca colocam Tom Cruise e Angelina Jolie em fotomontagens usando o mesmo cabelo escovadinho que ele, ou quando jornais sérios escrevem sobre o encontro do presidente Barack Obama com esse efebo da música, é um forte sinal de que mais um ídolo surgiu para ficar – e se inserir na cultura popular. Justin Bieber, um fedelho canadense de 16 anos que adora espaguete à bolonhesa e andar de skate, é a maior sensação mundial. Em sua faixa etária, não tem para ninguém.
De Berlim, onde foi atacado recentemente por fãs, passando por Los Angeles, onde celebridades como Beyoncé querem dar um beijinho em seu rosto de querubim, até São Paulo, onde ele arrebanha milhares de fãs que ajudaram a impulsionar as vendas de seu novo CD, My World 2.0. Tomem nota. O outro Justin da parada – Justin Timberlake – já é bem cinco minutos atrás. Mesmo que o nome Justin Bieber nada represente para os fãs de U2, o garoto é um fenômeno entre os teens cansados de Miley Cyrus e dos Jonas Brothers. Bieber já causou tumulto ao aparecer em uma loja de CDs em Nova York (cinco feridos) e fez a polícia parisiense fechar as portas de um shopping center para evitar um pandemônio. O fenômeno começou a ser notado pela imprensa no ano passado, quando Bieber lançou seu primeiro disco, My world, com oito canções de amor em estilo R&B. Antes, ele já era figurinha conhecida pelas adolescentes. E sem publicidade, como a orquestrada pela Disney para Miley ou Jonas.
Bieber surgiu em 2007, aos 12 anos, de uma forma que inverteu os habituais esquemas de divulgação da indústria da música. O garoto entrou num concurso no Canadá e ficou em segundo lugar. Para familiares e amigos que perderam o show de Bieber, a mãe dele, a designer de internet Pattie Mallette, de 35 anos, baixou os vídeos do filho no YouTube. Ao cantar com sua voz angelical sucessos de Usher e Stevie Wonder, Bieber virou êxito na internet. Até hoje, seus vídeos renderam 162 milhões de pageviews. Ele tem 2,6 milhões de fãs no Facebook e 2 milhões de seguidores no Twitter. Enquanto falo com Bieber por telefone, ele diz que acabou de postar no Twitter. “Escrevo tanto que quando sumo por algumas horas meus amigos pensam que fiquei doente ou que morri”, diz, numa cadência que desconhece pontuação. Como qualquer adolescente.
Quando revistas de fofoca colocam Tom Cruise e Angelina Jolie em fotomontagens usando o mesmo cabelo escovadinho que ele, ou quando jornais sérios escrevem sobre o encontro do presidente Barack Obama com esse efebo da música, é um forte sinal de que mais um ídolo surgiu para ficar – e se inserir na cultura popular. Justin Bieber, um fedelho canadense de 16 anos que adora espaguete à bolonhesa e andar de skate, é a maior sensação mundial. Em sua faixa etária, não tem para ninguém.
De Berlim, onde foi atacado recentemente por fãs, passando por Los Angeles, onde celebridades como Beyoncé querem dar um beijinho em seu rosto de querubim, até São Paulo, onde ele arrebanha milhares de fãs que ajudaram a impulsionar as vendas de seu novo CD, My World 2.0. Tomem nota. O outro Justin da parada – Justin Timberlake – já é bem cinco minutos atrás. Mesmo que o nome Justin Bieber nada represente para os fãs de U2, o garoto é um fenômeno entre os teens cansados de Miley Cyrus e dos Jonas Brothers. Bieber já causou tumulto ao aparecer em uma loja de CDs em Nova York (cinco feridos) e fez a polícia parisiense fechar as portas de um shopping center para evitar um pandemônio. O fenômeno começou a ser notado pela imprensa no ano passado, quando Bieber lançou seu primeiro disco, My world, com oito canções de amor em estilo R&B. Antes, ele já era figurinha conhecida pelas adolescentes. E sem publicidade, como a orquestrada pela Disney para Miley ou Jonas.
Bieber surgiu em 2007, aos 12 anos, de uma forma que inverteu os habituais esquemas de divulgação da indústria da música. O garoto entrou num concurso no Canadá e ficou em segundo lugar. Para familiares e amigos que perderam o show de Bieber, a mãe dele, a designer de internet Pattie Mallette, de 35 anos, baixou os vídeos do filho no YouTube. Ao cantar com sua voz angelical sucessos de Usher e Stevie Wonder, Bieber virou êxito na internet. Até hoje, seus vídeos renderam 162 milhões de pageviews. Ele tem 2,6 milhões de fãs no Facebook e 2 milhões de seguidores no Twitter. Enquanto falo com Bieber por telefone, ele diz que acabou de postar no Twitter. “Escrevo tanto que quando sumo por algumas horas meus amigos pensam que fiquei doente ou que morri”, diz, numa cadência que desconhece pontuação. Como qualquer adolescente.

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